7 Lições para a vida depois de um pé quebrado!

7 Lições para a vida depois de um pé quebrado!

7 Lições para a vida depois de um pé quebrado!

Amanheceu um dia lindo lá fora! Respirei fundo! O galo na minha cabeça latejou e eu decidi que ia dizer sim para meu corpo e cumprir a primeira prova de corrida de montanha que eu tinha me comprometido a fazer. Três anos depois da última prova de aventura que fiz, levantei, me preparei, respirei fundo, peguei o carro e fui até Tamboré.  

Cheguei lá e comecei a reparar nas pessoas. Uns tranquilos, outros afobados. Uns com 10% de gordura corporal, outros com 35%. Uns com boné, outros sem. Uns com fone de ouvido, outros sem. Os seres humanos são únicos. Corri para pegar meu kit, troquei a blusa no meio das pessoas e esse foi o meu primeiro sinal de mudança.  

Eu sempre tive muita dificuldade com meu corpo, nunca deixei de fazer nada por isso, mas sofria internamente. Ali, eu estava bem com ele, aceito alguns defeitos, gosto de outras partes e já entendi o que preciso mudar. Meu número estava ali 934, a soma dá 7, o número da espiritualidade e a conexão entre os dois mundos. Precisava extrair dali, pelo menos, sete lições. 

Não pretendo narrar todos os detalhes da corrida, não é essa a minha especialidade, então, decidi compartilhar os sete aprendizados que tive durante o percurso, já que não finalizei a corrida por ter quebrado o pé nos últimos 700 METROS. 7 de novo.  

  1. Só quebra quem joga.
    Enquanto você fica com medo e não experimenta, você não corre o risco de vencer, conquistar e ter o que você deseja. Quando quebrei meu pé, pensei mil vezes porque eu fui correr, e a resposta que vinha na minha mente era apenas: porque eu gosto disso.
  2. Pare para respirar e descansar.
    Durante os 2 quilômetros de subida íngreme que fiz, muitas vezes precisei parar para respirar, cheguei a sentar. E, de novo, vinha minha mente querendo brigar comigo e me dizer: por que você está parada? E eu respondia: por que eu preciso. Na vida também é assim, às vezes estamos correndo e precisamos parar.
  3. Assuma seus desejos.
    Ouvi das pessoas: por que você não corre no asfalto? Montanha é tão perigoso. E eu respondi: viver é perigoso. Se for para fazer algo que eu não gosto, qual o sentido de experimentar? Nenhum. 
  4. Aceite ajuda.
    Para ir correr, precisei da ajuda de várias pessoas: para ficar com o Icaro, para acompanhar a pós-graduação em Psicologia e Coaching de Atitude® que iniciou naquele final de semana. Se eu não tivesse aceitado ajuda, não daria para ter ido.
  5. Encontre o seu ritmo.
    No quarto quilômetro, eu tropecei observando outra pessoa correndo e raspei o joelho no chão. Ali, naquele momento, pensei “estou cansada…”. Quando foi chegando no final da prova, era descida e as pessoas passavam como um tiro, cada uma do seu jeito. Mas senti que aquilo foi me acelerando, minha competitividade foi aflorando e entrei no ritmo das pessoas. Na última ribanceira, pisei em falso e caí. Na hora, tive certeza que meu pé tinha quebrado. 
  6. Aceite seu fracasso.
    A primeira coisa que perguntei para o Edson, senhor muito gentil que me ajudou, foi: “quantos metros faltam?” Porque eu queria cumprir. E até hoje, na minha vida, eu cumpro tudo que me proponho. É difícil desistir ou mudar no meio do caminho. E talvez essa tenha sido a maior lição de todas. Algumas escolhas não dão certo, e está tudo bem!
  7. Tenha inteligência emocional.
    Nos stories do meu perfil @zoraviana eu falei que senti ódio. Uma palavra forte, mas que representava claramente o que estava sentindo na hora. Reconhecer e falar foi libertador, bem como lidar com ele. Chorar tudo que tinha para sentir, me ajudou a elaborar mais rápido e ter clareza para tomar uma decisão de tratamento mais coerente com o que eu realmente acredito e não com uma necessidade criada na minha mente.

    Espero que essas lições ajudem você de alguma forma. Tenho certeza que o Método Coaching de Atitude® me tornou uma pessoa melhor para conseguir lidar com tudo isso com a maturidade emocional que precisava para ter atitudes emocionalmente equilibradas. 

 Agora é a sua vez! 

Vamos agir?

Zora Viana
Criadora do Método Coaching de Atitude®
CEO Grupo Atitude Emocional®

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